Um bom site

Uma presença marcante na rede divulga a marca.

Otimização de Sites



Quais os fatores importantes para um bom site:





Estrutura

Manter um site bombando é indispensável nos dias de hoje. Uma presença marcante na rede divulga a marca, estreita o relacionamento com clientes, fornecedores e outros stakeholders e impulsiona as vendas. Com a cultura empresarial cada vez mais interativa, estar bem posicionado na internet e saber utilizar as redes sociais torna-se a cada dia mais importante. Pequenas Empresas & Grandes Negócios reuniu 50 dicas para você desenvolver o site dos seus sonhos

Crie uma Estratégia

Uma das dicas para ter um bom site está na ponta da língua de todos os especialistas: saiba exatamente o que você espera dele. "Muitas vezes as empresas querem tudo, e isso não é possível". Se a intenção da empresa for vender pela rede, o site deve ser desenhado de uma maneira; se a ideia for apenas divulgação, de outra. "O empreendedor deve focar no objetivo real do projeto para só então definir recursos e funcionalidades".

Analise a Concorrência

Se você está montando o seu primeiro site, é interessante observar quais são as páginas e os recursos utilizados pelos seus concorrentes. "Não deixe de buscar referências no setor".

Estude o Público

Invista em pesquisas para saber o que o seu público quer ver em um site. Caso a empresa não possua recursos para contratar uma agência de pesquisa, a ferramenta Google Analytics é uma boa alternativa para identificar o perfil dos seus consumidores. "É importante saber quem acessa o seu site". A fabricante de preservativos Blowtex, por exemplo, identificou um desejo entre os internautas de ter mais do que informações sobre os seus produtos e resolveu criar uma área com dicas de baladas e shows. Hoje, essa é uma das seções do site com mais acessos.

Não Abandone o Site

Se você não pode contar com uma agência para abastecer o seu site, vá com calma na hora de colocar recursos que exijam atualização. "O tamanho do seu site tem que ser proporcional ao seu tempo para gerenciá-lo". Um site com diversas áreas e conteúdo desatualizado afasta os usuários e acaba com a credibilidade da empresa.

Não saia da Estrutura Padrão

Apesar de relativamente jovem, a internet já criou padrões universais. Uma barra de canais e áreas do site na vertical à esquerda ou na parte superior horizontal da tela são comuns no Brasil. Inventar estruturas muito sofisticadas e inovadoras pode ser pouco funcional. "Se revolucionar, muita gente não vai saber mexer".

Torne a Navegação Rotativa

Ao acessar a página da fabricante de doces La Passione, os clientes encontram, além das opções de produtos, um link para agendar uma degustação ou entrar em contato com os proprietários. Esses links não ficam restritos à página inicial. De qualquer ponto do site os consumidores podem mandar mensagens à equipe da La Passione. "O ideal é que o site não tenha fim. Que cada seção tenha um link para a próxima e para fazer contato com a empresa". Isso também faz com que o tempo de retenção dos usuários no site aumente consideravelmente.

Diferencie-se no Conteúdo

Inovação é fundamental para se destacar entre milhões de páginas que surgem todos os dias. "Todo mundo está na web. É preciso fazer com que o público-alvo se identifique com o seu site". Além dos produtos e dos dados institucionais, a empresa disponibiliza uma série de informações relacionadas a temas de interesse do seu público, como dicas e instruções.

Saiba usar Informações Institucionais

Se o intuito é vender pela rede, a parte institucional do site deve ser enxuta. "Mas se o objetivo for apenas apresentar o negócio, essa seção pode ser recheada de informações. Principalmente se a empresa prestar serviços e os clientes tiverem a necessidade de entrar em contato com os seus profissionais". Um erro corriqueiro é tentar reproduzir a estrutura hierárquica da companhia na internet. "O consumidor não precisa saber informações sobre o departamento jurídico ou de contabilidade".




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Como interagir com os Clientes



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Marca forte, interação espontânea

Acompanhe o seguinte raciocínio: toda vez que sou questionado sobre uma indicação de e-commerce para presentes lembro de lojas que marcaram minha memória. Mesmo que a pessoa queira dar outro tipo de presente, ainda que na verdade seja pouco provável que ela vá ao site da loja, fica sempre gravado na cabeça. E ela só conseguiu isso com produtos marcantes e com um marketing efetivo.

Qual a conexão da marca com a interação com o cliente? TOTAL! Clientes só interagem espontaneamente com marcas fortes! O que loja conseguiu é o que você precisa fazer com seu nicho de consumidores. A permissão mental para receber mensagens de marketing deles, a referência em presentes divertidos faz com que eu tenha muito mais chance de interagir com a marca e indica-la para outros.

Contato ágil, sem busca por telefones em rodapés

Já tentou conversar com um banco sobre um problema ou cancelar uma inscrição de serviço ou produto? Dado o histórico de atendimento no país é quase certo que a experiência foi horrível.

Atender rápido é uma obrigação para qualquer e-commerce. Peça a um amigo ou alguém próximo para entrar em seu site e contatar sua empresa o mais rápido possível, relatando um problema. Se em 5 minutos você não recebeu em sua caixa de e-mail a informação sobre esse problema algo está errado. E se seu amigo precisou ir até o rodapé para descobrir como entrar em contato com sua empresa, duas coisas estão erradas.

Humanize suas Redes Sociais

A humanização em todos os aspectos do atendimento (inclusive nas redes sociais) é um fenômeno mundial e já iniciou há bastante tempo. O Google consegue identificar quais os conteúdos mais compartilhados nas redes e isso influencia o posicionamento orgânico do seu texto.

Quando mencionamos humanizar suas redes sociais, encare essa recomendação como respostas rápidas e realmente interessadas no problema do usuário. Automatizar respostas, fazer páginas de FAQ (perguntas frequentes) são exemplos de práticas que não favorecem o consumidor, e sim somente escondem o real interesse em comunicar-se com ele. A regra é muito simples: se você não gostar de uma interação com o cliente, ela está banida como opção da sua empresa.